O hélio é um gás inodoro e não-inflamável, sete vezes mais leve que o ar, fornecido em cilindros com pressão variando entre 120 e 190 kgf/cm². É usado com misturas de gases, e sua função é diminuir a densidade da mistura e facilitar o fluxo em passagens respiratórias obstruídas.

Especificações do Produto

Hélio (He)

 ONU: 1046

Nome

Pureza Mínima (%)

O2 (ppm)

THC (ppm)

Argônio (ppm)

Nitrogênio (ppm)

H2O (ppm)

CO2 (ppm)

CO (ppm)

Helin

> 99,8

-

-

-

-

-

-

-

Hélio 4.5

> 99,995

< 3

-

-

-

< 5

-

-

Hélio4.5 FID

> 99,995

< 3

< 1

-

-

< 5

-

-

Hélio 5.0

> 99,999

< 1

< 1

-

-

< 2

< 1

< 1

Hélio 6.0

> 99,9999

< 1

< 0,1

< 0,5

< 1,0

< 0,2

< 0,1

< 0,1

 

Especificações do Cilindro

 

 

Tipo cilindro:

Pressão:

Volume:

Cor da calota:

50 litros

200 kgf/cm2

10 m3

Alaranjado segurança

7 litros

150 kgf/cm2

1m3

Alaranjado segurança

Dewar’s

9,8 kgf/cm2

250 / 500 litros

 

Conexão: ABNT 245-1

 

Propriedades:

O Hélio é um gás incolor, inodoro, não reativo, inerte, comprimido a altas pressões. Atua como asfixiante por deslocamento do ar atmosférico. Está presente no ar atmosférico na ordem de 5 ppm em volume.

Peso molecular: 4,00 g/mol

Densidade relativa: 0,1382 (ar=1) a 21 °C

Temperatura crítica: -267,9 °C

Pressão Crítica: 2,34 kgf/cm2 abs.

Volume específico: 6,04 m3/kg

Ponto de ebulição: -268,9 °C

Ponto de congelamento: -271,3 °C

Massa Específica a 21 °C e 1 atm: 0,165 kg/m3

Características:

Risco principal: alta pressão e sufocação

Toxidez: simples asfixiante

Potencial de inflamabilidade: não é inflamável

Odor: inodoro

Efeitos:

• Exposições a níveis toleráveis, mesmo que rotineiras, não causam efeitos nocivos;

• Não carcinogênico;

• Não causa efeitos ao meio ambiente.

Manuseio:

• Manusear em locais abertos e bem ventilados;

• Ao manusear o produto, não comer, beber, fumar ou usar aparelhos eletrônicos;

• Nunca tentar desentupir bicos, válvulas, tubulações e conexões com a boca;

• Evitar danos aos cilindros por pancadas mecânicas e movimentá-los sempre no carrinho adequado, sem rolar;

• Trabalhar com os cilindros sempre na posição vertical;

• Não submeter os cilindros a equipamentos energizados;

• Respeitar a pressão de trabalho dos cilindros;

• Utilizar os reguladores de pressão;

• Utilizar válvula de retenção para impedir que o gás retorne ao cilindro;

• Sempre utilizar EPI’s

Armazenamento:

• Armazenar em locais arejados, longe de combustíveis, fontes de calor e de pouca movimentação de pessoas;

• Separar cilindros cheios dos vazios;

• Evitar danos físicos aos cilindros;

• Evitar locais úmidos pois em contato com a umidade o gás se torna corrosivo;

• Evitar fontes de calor;

• Não permitir que a temperatura ambiente passe de 52 °C;

• Os cilindros devem ser cheios em locais adequados e por pessoas qualificadas;

• Devem ser transportados em veículos adequados, sempre na posição vertical, nunca em porta-malas de veículos.

Aplicações e História

O hélio, o mais leve dos gases nobres, foi o primeiro deles a ser descoberto. Um fato peculiar é que o hélio foi primeiro descoberto no Sol e só depois na Terra. Em 1868, durante um eclipse do Sol na Índia, um espectrômetro foi usado pela primeira vez no estudo da cromosfera, que envolve o Sol. O espectro da cromosfera continha muitas riscas brilhantes, entre as quais se encontravam as do hidrogênio e uma, amarela, que se julgava ser a risca amarela do sódio.

O astrônomo francês Janssen achou, no entanto, que devia investigar melhor aquela risca, e tentou obter o espectro da cromosfera com a luz solar ordinária. Foi bem sucedido no estudo das várias riscas do espectro e conseguiu provar que a risca amarela não era a do sódio, mas provavelmente uma risca espectral de um novo elemento.

Lockyer e Frankland confirmaram estes resultados e provaram que aquela risca amarela não poderia ser obtida de nenhum elemento "terrestre" conhecido. Frankland propôs o nome de "hélio", a partir da palavra grega para Sol "hélios". 

Essa mesma risca foi mais tarde detectada no espectro de outras estrelas, e em 1882 Palmieri observou-a nos gases emergentes do Vesúvio. 

A procura deste novo elemento na Terra mostrou-se infrutífera até 1895, ano em que Sir William Ramsay examinou o gás libertado quando o mineral cleveite (de origem norueguesa) era tratado com ácidos. No espectro deste gás encontrou a risca amarela do hélio e provou, portanto, a existência deste elemento na Terra.

Sir William Ramsay foi levado a esta descoberta depois do químico americano Hillebrand ter verificado, em 1888, que quando fervia o mineral uranitite com ácido sulfúrico diluído, se libertavam quantidades consideráveis de um gás inerte. Provou que parte deste gás era nitrogênio, e uma vez que na altura não era conhecido mais nenhum gás inerte, concluiu que tinha simplesmente nitrogênio. Em carta a Sir William Ramsay, depois da descoberta do hélio no mesmo tipo de mineral, Hillebrand menciona que tinha reparado que o espectro do seu "nitrogênio" continha muitas riscas que não estavam presentes no espectro do nitrogênio puro. Ele não ligou muito ao fato, mas mencionou ao seu assistente que poderia tratar-se de um novo elemento, escapando-lhe assim uma notável descoberta.

Aplicações:

O hélio, usado também nos balões dirigíveis,  hoje é empregado, assim como o Argônio , na obtenção de uma atmosfera gasosa inerte, durante a soldagem de magnésio, alumínio, titânio e aço inoxidável. Terá provavelmente futuro no arrefecimento dos reatores atômicos como meio de transferência de calor, uma vez que é inerte e que não se torna ativo durante a irradiação.

É também usado, misturado com o oxigênio, no tratamento da asma, porque se difunde mais rapidamente do que o ar nos canais apertados dos pulmões. Usa-se uma mistura semelhante para os mergulhadores de grande profundidade porque o hélio  não provoca a síndrome por descompressão (embolia gasosa), saindo em bolhas no sangue quando a pressão diminui. 

O hélio é, ainda, um gás adequado nos termômetros de gás de baixas temperaturas, dado o seu baixo ponto de ebulição e o seu comportamento quase ideal . 

Na forma líquida é utilizado como produto refrigerante em equipamentos de imagens por ressonância magnética (MRI), por sua característica de boa condutibilidade térmica. A temperatura do Hélio Líquido é extremamente baixa (-269°C), próximo do zero absoluto, e permite que os magnetos dos equipamentos de MRI se tornem supercondutores quando resfriados e mantidos imersos no produto.

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